Monday, April 19, 2010

Love is...

Houve tempos em que estes bonecos estiveram na moda... apareciam em todo o lado... em cartões, revistas, autocolantes, etc... ...mesmo, mesmo há muito, mesmo muito tempo...
não sei se entretanto voltaram...

...eram engraçados e tinham sempre mensagens de amor, amizade, ...bem, amor e amizade, pelo que recordo.


Encontrei este por acaso, e este vem mesmo a propósito...
...a propósito do que por vezes me esqueço ou descuro.
Desculpa!


Para ti...
...ou para mim!
:)


Sunday, April 18, 2010

Paths... choices... commitments!


Sometimes...
...I may turn my back on the world.
I may even turn my back on so many of my dreams...



...but I'll be holding your hand all the time...
...all the way!





.

Saturday, April 17, 2010

All it takes...



Sometimes... that's all it takes...



...just get those two together!



.

Monday, April 12, 2010

Paixão...


...é o que nos alimenta o espírito, o que nos faz sentir vivos e sorrir apesar das adversidades, que nos dá energia e nos move, seja em que direcção for. É, verdadeiramente, o que nos distingue.
É tudo o que somos de bom, é a fonte dos objectivos alcançados ou procurados, e dos caminhos trilhados.

Por vezes, esquecemo-nos dessa paixão... perdêmo-la de vista... entramos por caminhos escuros, ensombrados, desgastamo-nos e quebramos o espírito. Esmorecemos e arrastamo-nos numa lama dificil de superar, perganhenta e que nos prende... Tudo é escuro, obscuro, que nos entontece, e a única fonte de energia é uma determinação que nos confunde, que nos baralha os sentidos, aparentemente sem razão de ser, e que nos levanta mais dúvidas e perguntas que as respostas que sabemos e conseguimos dar, ou estamos dispostos a dar. E perdemos a vontade, o desejo, a ânimo, o sorriso... Por vezes, falta-nos aquela voz amiga que nos abra os olhos... e nos faça sentir a paixão que, afinal, sempre ali esteve... também se perdeu, ou nem se apercebeu do escuro que nos envolve (desculpa!)...

A paixão, quando existe, faz com que vejamos luz onde ela não existe... transforma o escuro e ilumina o caminho... faz-nos correr mesmo que exaustos...
...diz o povo que quem corre por gosto não cansa. Cansa! Claro que cansa! Mas encontra sempre nos momentos mais agrestes aquela centelha de calor, aquela reserva de energia extra, que nos faz dar mais um passo, ou mil, na direcção daquilo que mais desejamos e procuramos, aquilo que nos faz viver... e tudo fruto da paixão.

Não é a vontade de ultrapassar um objectivo por si, aquele obstáculo ou o atingir de um fim concreto e bem definido... mas sim o percorrer de um caminho que verdadeiramente nos apaixona, independente do seu fim, e independentemente do seu resultado... seja qual for esse caminho.

Mas por vezes perdemo-nos, e perdemos a tal voz amiga que nos relembra da paixão momentaneamente esquecida... que nos recoloca nos eixos por meios que nem percebemos bem como funcionam, nem interessa saber... na verdade...
...mas se olharmos bem dentro de nós, conseguimos encontrar a paixão que sempre lá esteve, mesmo que, eventualmente, transformada noutros caminhos a percorrer... mas na mesma intensidade, com a mesma força... e que nos faz novamente sorrir e caminhar, e viver, sentir, vibrar por cada passo dado, mesmo que exaustos.

E aquela voz... talvez se tenha afastado momentaneamente, talvez se tenha esquecido da falta que faz... mas lá estará, sempre, para relembrar o caminho.

Paixão, é o que somos, é também aquela voz... que por vezes se afasta do caminho, mas que sempre lá esteve e estará, e nos alcança novamente para nos lembrar... da paixão que temos cá dentro.

Monday, March 8, 2010

Comunicação


Por vezes adorava que fosse assim tão simples...


...e na verdade até é!!



Porque é que somos tão intrincados em certos momentos?


.

Sunday, February 28, 2010

E nesta altura em que...

...olho para estes 365 dias que passaram...


...dá-me vontade de continuar a amar e a sentir e a acreditar e a...

Wednesday, December 23, 2009

Coincidências... ou destinos traçados?


No passado Domingo... de manhã... no café... a caminho das férias... juntos...

Ela pega no seu pacote de açucar, lê... sorri... e mostra-me:



Então eu pego no meu... leio... sorrio... e mostro-lhe:


E mais não foi preciso dizer...

Saturday, December 19, 2009

All I Want for Christmas is You

Por norma não uso este tipo de mensagens... nem ligo especialmente à época natalícia... mas achei esta versão bem diferente da que correntemente se ouve por aí e...

...aqui vai!




Vejo-te daqui a menos de um instante...
;)

Monday, December 7, 2009

Pérolas Negras

Mesmo no meu último dia... mesmo, mesmo já no fim... eis que descubro mais uma pérola ao tratar de um visto para uma colega, através de um contacto conseguido na TAAG.

E para que tudo seguisse na perfeição, foi-me deixado o cartão profissional do contacto, entregue pelo próprio contacto após procura algo longa na sua caixinha de cartões de visita... que aqui vos deixo para se regalarem:


Naturalmente, censurei o nome e respectivos contactos.
Gostaram?
:D

Thursday, December 3, 2009

208

Sempre que estacionamos a viatura do estacionamento do hotel, temos de informar, à entrada, o número do quarto, sendo que o segurança verifica o nome associado para confirmação. Não há provas dadas... Se o nome bater certo... pode entrar. No entanto, são muitas as vezes em que nada confirmam, limitando-se a pedir o número do quarto.

Depois, o segurança entrega um papel A4 plastificado com o número do lugar de estacionamento que se deve ocupar, que deveremos deixar em cima do tablier da viatura. Devem de existir menos de 100 lugares no total (fixem isto). Raras são as vezes em que o lugar está livre... e por isso estacionamos em qualquer outro lugar. Nunca houve problemas.

Ontem... mal chegámos à entrada, abrimos o vidro e mecanicamente dissemos o número do quarto (de um deles que éramos 4 pessoas), "208", afirmou o condutor.

O segurança começou a passar pelas folhas numeradas dos lugares de estacionamento... uma a uma, e outra... e outra... e mais... olhámos e repetimos... "Quarto 208"... o segurança ficou com um ar atrapalhado e já tinha passado mais de metade das folhas numeradas uma a uma, olhando atentamente os números inscritos... e continuou a procurar... Aí percebemos que ele estava efectivamente a procurar o número 208. Dissemos "Deixe estar... dê-nos um número qualquer que não tem importância", enquanto dois de nós riamos desalmadamente a tentar disfarçar. O segurança continuou a procurar, ainda mais atrapalhado. "Um qualquer.. ", insistimos, "...deixe estar o número... isso não interessa!"... Até que, após muitas insistências nossas para nos dar um qualquer lugar (e note-se que nunca se pede um lugar porque não são fixos) ele por fim lá nos deu uma folha ao acaso com ar de quem não sabe se está a fazer bem e está prestes a receber um castigo. Agradecemos e... assim que íamos arrancar ele pergunta, "Vão para onde?"....

Monday, November 30, 2009

Serviço de Quartos

Ontem... Domingo... pedi o almoço no quarto. Não me apeteceu sair... e o hotel também não é assim tão convidativo.

O hotel é de 4 estrelas... e o almoço foi este:


Um prego, com dois pedaços de carne de meio centimetro de altura cuja dimensão não é maior que a base da garrafa de cerveja... e por isto paguei USD 31,00... sim... uns cerca de EUR 20,80 ao câmbio de Sexta-Feira, num país onde a mão de obra é quase dada e a produção de carne é relativamente barata.

Quando a empregada do hotel, por sinal muito simpática, se ia embora perguntei-lhe pela abertura da garrafa de cerveja... ao que responde que se tinha esquecido de... (?) e que voltava já.

Voltou passado muito pouco tempo (coisa rara) com o abre latas... olhou para mim e disse:
- Eu não sei como se usa isto...


PS: não sei porque raio o copo da cerveja vinha cheio de cubos de gelo... mas optei por beber pela garrafa.

:P

Wednesday, November 25, 2009

Ministério do Coiso?!?!?!?

Pergunta feita à minha colega, na rua, por uma angolana:
- Desculpe, sabe-me dizer onde é o Ministério do Coiso?

Bem... entenda-se que "coiso" é um termo aplicado a quase tudo pelos angolanos em qualquer conversa... mas desde que se esteja dentro do contexto, n'é???

Saturday, November 21, 2009

To Whom it may Concern...

Por vezes estamos demasiado concentrados... preocupados... ou até mesmo em conflito... com o que foi e com o que será...

...o ontem pertence à História... o amanhá é um mistério...

...mas o hoje...
...hoje é uma dádiva...
...é por isso que se chama "o Presente"!

Friday, November 20, 2009

Necessidades maiores...

Atentem à imagem abaixo... colada na parede da casa de banho da instituição de crédito onde estou a desempenhar o meu papel de consultor, em Luanda, mesmo por cima da sanita...


As questões que coloco são...

1) qual é a medida para que se considere uma necessidade maior... 5 cm, 10 cm... e se for rala não conta?

2) se fizer uma necessidade pequena... assim mesmo pequenina tipo berlinde de cabra ou azeitona de ovelha... conta?

3) será uma necessidade maior aquela que está ligada ao tempo de laboração da coisa, ou ao sentido de pressão que a coisa pode causar?

4) e se a necessidade maior não incluir a sanita, tem de se limpar a sanita à mesma?


Muito mais se poderia dizer acerca desta advertência... mas deixo essa criatividade ao vosso critério...

Thursday, November 19, 2009

Yah...

No hotel de 4 estrelas em Luanda, onde estamos hospedados, e que por sinal é o melhor hotel da capital, somos constantemente confrontados com um serviço entre... o marasmo e a morte.

É certo que existem profissionais competentes, mas a maioria daqueles com que entramos em contacto, e aqui ressalvo os serviços menos expostos aos hóspedes que de facto desconheço, deixa uma sensação de incompetência misturada com desleixo.

É usual aguardarmos mais de uma hora por uma Club Sandwish quando existem 3 empregados no bar, fora os da cozinha, e o bar está a 20% de clientes. É normal o pedido vir incompleto. É normal trazerem a conta antes de servirem tudo o que pedimos porque já se esqueceram do resto, e depois fazem a observação "ãhhhh......" como se estivessemos a fazer o pedido pela primeira vez, quando já vamos na 3ª repetição do pedido por falta de resposta.

Enfim... esta manhã houve outro momento brilhante...

A sala de pequenos-almoços estava a menos de meio, o que é muito para a capacidade de encaixe dos 5 ou 6 empregados (apenas dos que atendem á mesa e cujo serviço é de self-service, como é usual). Um hóspede queria sentar-se e não tinha mesa porque nenhuma das mesas vagas tinha sido ainda limpa, e já estava de prato na mão... e solicitou a um empregado que ía a passar (porque eles desaparecem e são difíceis de apanhar) se podia limpar a mesa que estava à sua frente.

O empregado vinha-me a trazer o café expresso que eu tinha pedido antes, ouviu o pedido do hóspede sem sequer olhar para ele (passou a escassos 20 cm do hóspede) e já de costas voltadas respondeu: "Yah! espera aí!"

Monday, November 16, 2009

Outros mundos...

Hoje...

Hoje tocou um telemóvel durante o vôo de avião, enquanto sobrevoávamos Luanda, e ninguém o desligou até que, mesmo no fim, o comissário de bordo andou à procura do telemóvel e encontrou-o mais o respectivo dono, que fingia nada se passar...

Hoje vi uma viatura a puxar um atrelado com um helicóptero, no aeroporto de Luanda... devagarinho... e atrás vinha um funcionário, a andar a pé, a segurar a parte de trás do helicóptero!

Hoje vi uma empresa de formação e segurança em Luanda, com um dístico preto, onde figuravam as palavras como sendo os alicerces da empresa: "Formação, Segurança, Serviçes"!!!
Sim... leram bem... "Serviçes" com "ç"!

Enfim... podia continuar, mas acho que já deu para ter uma pequena ideia...

Wednesday, November 11, 2009

O que nos reserva o amanhã?

Em conversa com a S., C. para os bloggers, deparámo-nos com a situação de que o que fazemos hoje, podendo parecer falta de determinação ou actitude, pode até ser a melhor acção. A conclusão é que... o amanhã, quem sabe o que nos trás?

E isso recordou-me uma história que li em tempos...

Era uma vez um camponês chinês, muito pobre mas sábio, que trabalhava a terra duramente com o seu filho. Um dia o filho disse-lhe:- "Pai, que desgraça, o nosso cavalo fugiu!”
- “Porque lhe chamas desgraça?”,respondeu o pai. “Veremos o que nos traz o tempo.”

Passados alguns dias o cavalo regressou acompanhado de uma linda égua selvajem.
- “Pai, que sorte!”, exclamou o rapaz. “O nosso cavalo trouxe outro cavalo.”
- “Porque lhe chamas desgraça?”,respondeu o pai. “Veremos o que nos traz o tempo.”

Uns dias mais tarde, o rapaz quiz montar o cavalo novo mas este, não acostumado à sela, encabritou-se e deitou-o ao chão. Na queda, o rapaz partiu uma perna.
- “Pai, que desgraça! Parti a perna.”
O pai, retomando a sua experiência e sabedoria, disse:
- “Porque lhe chamas desgraça? Veremos o que nos traz o tempo.”

O rapaz não se convencia da filosofia do pai. Poucos dias depois passaram pela aldeia os enviados do rei à procura de jovens para levar para a guerra. Foram a casa do ancião, viram o jovem debilitado e deixaram-no, seguindo o seu caminho.

O jovem compreendeu então que nunca se deve dar nem a desgraça nem a fortuna como absolutas mas que, para se saber se algo é mau ou bom, á necessário dar tempo ao tempo,.
Ou seja, a vida dá tantas voltas e é tão paradoxal no seu decorrer, que tanto o mau pode vir a ser bom, como o bom pode vir a ser mau.

Contudo... parar e esperar para ver também não e solução. O importante é seguirmos em consciência de que estamos de acordo com o que sentimos, e que nos sentimos bem e confortáveis com as decisões que tomamos hoje. Amanhã... será outro dia...

Friday, November 6, 2009

Coisas de crescidos...

Em conversa com o L, soube que só tinha trabalhado 2 horas hoje, porque teve de ficar em casa a fazer companhia à filha. A filha estava constipada e por isso não podia ir à escola. A mãe teve de ir trabalhar, e calhou ao pai ficar em casa.

Eu... estive constipado também nestes últimos 4 dias.
Gostava de ter ficado em casa, com a companhia da T, já que estando doente precisava de acompanhamento. :P
Mas estes adultos acham que já sou crescidinho demais para essas benesses...



São as inconveniências de crescer...
:(


...se bem que há casos em que prefiro manter o direito de opção!!!
:/

Saturday, June 20, 2009

Coisas de putos...


ele: oh, mãe! [tom de voz de desanimo e indignação] Porque é que eu tenho de ser o mais pequeno?

mãe: [tom de voz grave e determinado] Queres-te ver ao espelho???


;)

Sunday, June 7, 2009

Números

Os números são engraçados, cheios de significados e cheios de nada. São números, números que podem explicar muita coisa. São simbolos de unidades, medidas, tempo, e de tantas outras coisas que nem sei por onde seguir.

São números que usamos para nos situarmos, para nos identificarmos, para celebrarmos, para lembrarmos, para... tudo o que temos e fazemos.

Números... são marcas!

Usamos para identificar passagens no tempo, por exemplo, como este duzentos e vinte. Usamos para celebrar aniversários. Usamos para marcar encontros. Usamos para medirmos o nosso sucesso. Usamos para avaliarmos o nosso espólio.

Os números são importantes, tal como as palavras, porque nos permitem comunicar.
Mas chego a pensar que damos demasiada importância aos números. Temos de ser o número um, temos de ter números grandes na conta bancária, temos de ganhar números grandes, temos de produzir números ainda maiores e cada vez maiores, temos de ter números de coisas, de muitas coisas, temos de contar e contar e contar a vida toda, e no meio e tantos números e tantas medidas e tanto crescimento de números impessoais, números que são importantes, perdemo-nos no verdadeiro sentido dos números.

Que importa se o aniversário calha num ou noutro número... num ou noutro dia... que importa se tenho 100 ou 100.000.000 na conta bancária, apesar de me dar muito jeito este número maior, que importa se sou o número 1 ou o número 10 no emprego, até porque isso depende cada vez mais da política suja e subjectividade dos interesses de quem tem poder e menos do verdadeiro valor de cada um, que importa produzir mais se nem precisamos de tanto, que importa?

Importa que sou o que sou e que me aceito assim mesmo, que faço por aprender e evoluír e ser melhor, não para ser o número um, mas para ser melhor no que faço e para ser melhor no que sinto e para me sentir melhor no meu papel como pessoa e como membro de uma sociedade de pessoas interessantes e amigas e amorosas e que não tém medo de viver o que sentem.

Importa que, sendo o número um ou o número dez, contribuo como os restantes da melhor forma que posso para um objectivo comum, com sentido e propósito, e que cada um contribui da sua melhor forma para esse mesmo objectivo, e que todos juntos podemos fazer algo de muito positivo, que faça diferença e que tenha muito valor pessoal.

Números... são números que podem explicar tanta coisa. Mas como tudo o resto, o importante está no que sentimos e na forma como os vivemos. Os números sem sentido... não tém qualquer valor.